O clube foi aberto e os 300 participantes foram convidados para uma grande festa, dançaram, beberam e fizeram a sua bagunça para todos ouvirem por longo tempo. Bebados e entorpecidos pelos banquetes, pela luxuria do anfitrião, não deram conta que a festa acabou.
Entorpecidos, de barrigas cheias, encantados pelos prazeres que o anfitrião proporcionou, os 300 convidados de varias regiões do mundo, pela madrugada aos berros no voraz desespero, correram para porta, atropelando uns aos outros, na esperança de encontrar o anfitrião. Mas eles não sabiam que o anfitrião fora morto por aqueles que velam pelo silencio. Mesmo assim, não sabendo do que estava em curso e programado para dar um ponto final naquela bagunça, destruir o clube, matar os 300 convidados, os simpatizantes, e colocar a serpente no profundo buraco, o chefe deles teve a infame ideia de se intitular o sucessor do anfitrião. Correndo pelo mundo afora, deixando seus amigos serem mortos, o clube destruido e numa loucura desesperadora, já que ninquém lhe dava ouvido e credito, perdera o prestigio, ameaçou que nem o infame nero, em atear fogo no planeta. Mas os senhores do silencio, veladores incansaveis, o silenciou antes que o perigo torna-se real.
Temente aos Veladores Silenciosos, a serpente se escondeu no buraco profundo. Lá permanece e tão cedo volta a causar mal e danos aos remanescentes. Por longos dez mil anos não saberemos e nem ouviremos falar da serpente.
Quem é a serpente e porque ela não foi morta? A serpente é a consciencia distorcida do homem comum, portanto ela foi poupada, residindo nas profundezas de nosso ego. Uma vez destruida, não haverá almas. E sem almas o Cosmo não funciona. Entendeu
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